O Método Histórico-Salvífico do Evangelho de Lucas
Lucas escreve com o Espírito no centro do enredo. O método histórico-salvífico mostra por que isso é estrutura narrativa, e não ênfase devocional.
Estudo e interpretação da Bíblia: métodos hermenêuticos, contexto histórico-cultural e leituras teológicas de Lucas, Marcos, Juízes, Esdras e Salmos.

Lucas escreve com o Espírito no centro do enredo. O método histórico-salvífico mostra por que isso é estrutura narrativa, e não ênfase devocional.

Juízes mostra Israel logo depois da conquista, e o retrato é constrangedor. Justamente por isso o livro fala com precisão à Igreja de hoje.

Esdras conduz o retorno do exílio e a reconstrução do templo como sacerdote e escriba. Duas funções que a liderança cristã contemporânea insiste em separar.

Os Salmos dizem o que a dogmática organiza depois: quem é Deus, quem é o homem e onde ambos habitam. Uma leitura em três dimensões.

Marcos é o mais enxuto dos Evangelhos e o mais direto sobre a missão de Jesus: anunciar o Reino. Uma síntese teológica do primeiro relato.

Histórico-crítico, gramatical, narrativo: cada método faz a Bíblia responder a perguntas diferentes. Um mapa de qual usar, e quando.

Nenhuma mensagem se interpreta fora do tempo em que foi dita. Os elementos que constroem o contexto histórico-cultural, e como reuni-los sem inventar.

A hermenêutica pentecostal não é leitura devocional com outro nome. O que ela acrescenta de método à interpretação bíblica, e o que ainda lhe falta.
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